Comunicação

Seconci-Rio auxilia empresas no plano de retorno pós-pandemia

Nos últimos meses, os canteiros de obra estiveram em atividade, seguindo as medidas protetivas para enfrentamento do coronavírus. Em breve, as empresas também começarão a reabrir seus escritórios e, para que esse retorno seja de forma segura, o Seconci-Rio, por meio de sua gerência de saúde, traz algumas dicas para os gestores, para auxílio quanto às ações necessárias.

1) Entenda a situação: a COVID-19 continuará nos afetando por algum tempo, então, é preciso entender que as mudanças necessárias para manter os locais de trabalho, trabalhadores e clientes seguros serão a nova norma e que serão necessárias para reabrir os negócios com segurança e evitar uma segunda onda de infecções.

2) Elabore um plano: desenvolva um plano de monitoramento de infecção que identifique os possíveis fatores de risco no local de trabalho e estabeleça estratégias para controlar esses riscos. Esse plano deve estar em vigor antes da reabertura dos negócios. Avalie toda a área e as várias atividades de trabalho que ocorrem, identificando circunstâncias nas quais os trabalhadores podem entrar em contato com o vírus e traçando etapas para minimizar o risco de infecção.

3) Comunique o plano: Não é suficiente simplesmente desenvolver um plano. É preciso que ele seja claramente comunicado aos trabalhadores e aos clientes, quando for o caso.  É fundamental uma comunicação bidirecional constante para formar uma parceria eficaz de controle de infecções. Os funcionários também precisam entender que a proteção no local de trabalho por si só não é suficiente para eliminar o risco de infecção. Ainda será necessário manter o distanciamento social fora do local de trabalho para evitar o contágio.

4) Implementar e seguir o plano: Existem três fases de controle de infecção que que devem ser implementados para limitar o risco de transmissão do vírus no local de trabalho:

  • Controles físicos ou de engenharia: Redesenhar a configuração física do local e a maneira como o trabalho deverá ser realizado é a maneira mais eficaz de impedir a transmissão do vírus. Isso inclui alterações para garantir que as estações de trabalho estejam afastadas ou, quando isso não for possível, colocando barreiras físicas (por exemplo, divisórias de acrílico ou cortinas transparentes) entre os trabalhadores. Outras mudanças incluem alterar ou diminuir o tempo das atividades de trabalho, para que os trabalhadores não precisem estar no mesmo local ao mesmo tempo, modificando o fluxo de tráfego nas instalações.
  • Controles de Medidas Protetivas: Também são necessárias alterações comportamentais para prevenir infecções, o que inclui a triagem de temperatura e a elaboração de um diário de sintomas antes de os funcionários entrarem nos locais de trabalho, promovendo o afastamento daqueles que estiverem doentes. Também fazem parte desta fase, exigir que todos lavem as mãos regularmente, garantir que sejam adequadamente treinados para realizar seus trabalhos com segurança, implementar restrições de distanciamento social, como também garantir que os funcionários não se reúnam em grandes grupos e escalonar os horários de início e fim do turno para evitar aglomeração nas entradas e intervalos.
  • Uso de equipamento de proteção individual: A última linha de defesa dos funcionários é o uso do equipamento de proteção individual (EPI), principalmente, a máscara. Dependendo do local de trabalho, pode ser necessário usar outros tipos de EPI, como luvas e protetores faciais.

Todas essas fases de defesa são eficazes na redução do risco de contaminação. No entanto, para reduzir ainda mais o risco, é preciso que todos sigam rigorosamente todos os protocolos de segurança. Coletivamente, essa parceria protege trabalhadores, clientes e fornecedores contra o coroanvírus.

5) Avalie e ajuste o plano: É essencial a avaliação contínua do plano elaborado, para confirmar sua eficácia. Os planos de controle de infecções podem falhar por falta de comunicação, entendimento inadequado dos riscos e implementação ruim ou incompleta do plano, então, os empregadores devem monitorar a situação de perto e ajustar os aspectos que não alcançam os resultados desejados.

O desafio da prevenção de infecções no local de trabalho e do gerenciamento de riscos de um vírus é novidade para todos. Quanto mais rápido os empregadores e os funcionários aceitarem que o local de trabalho e as atividades de trabalho mudarão daqui para frente, mais rápido e tranquilo será esse retorno às atividades.

O Seconci-Rio é um parceiro constante das empresas, estando com sua equipe de saúde disponível para auxílio e esclarecimento de dúvidas, além de outros serviços em atenção aos gestores e trabalhadores. Para mais informações, acesse aqui.